Cavernas do PETAR – 1º Dia – Nucleo Santana – Trilha Morro Preto + Caverna Morro Preto + Trilha Caverna Santana + Caverna Santana + Caverna Couto

cavernas petar

 

Contamos anteriormente, tudo que você precisa saber sobre o que encontrará em PETAR e região!

 

O que Você Encontrará ao Visitar Petar? Cavernas, Grutas, Cachoeiras, Mirantes!

 

Agora vamos relatar na íntegra como foi o nosso passeio!

 

4 - Caverna de Santana (135) 

 

COMO FOI O NOSSO PASSEIO

 

1º DIA – ESTRADA E CHEGADA NA POUSADA + PASSEIOS: NÚCLEO SANTANA – TRILHA MORRO PRETO + CAVERNA MORRO PRETO + TRILHA CAVERNA SANTANA + CAVERNA SANTANA + CAVERNA COUTO

Relatamos anteriormente onde ficamos e como se faz para chegar até Iporanga e consequentemente ao PETAR.

 

Você pode conferir na integra neste post:

 

Onde se Hospedar no PETAR – Iporanga

 

Saímos de São Paulo por volta das 22h30 e chegamos em PETAR por volta das 5h. Pegamos um pouco de trânsito mas muito neblina. Não conseguíamos enxergar um palmo a frente. Por isso aconselhamos todos a não chegarem tão tarde na região, pois por todo o lado é possível apenas avistar montanhas e mais montanhas, logo por conta das precipitações boa parte da estrada fico coberta por densos nevoeiros.

 

Chegando a pousada, rapidamente descansamos um pouco mais de 2hs, pois tínhamos que estar de pé as 7h30 para encontrarmos o pessoal que faria a trilha conosco.

 

A pousada que ficamos tem uma parceria com a equipe do Planeta Trilha. Fomos muito bem atendidos e acompanhados pelo instrutor Pedro. Ele trabalha como guia a 4 anos no Petar. Além de jovem ele conhece muita coisa e deu todo um dinamismo ao passeio, sempre nos levando aos caminhos com maior aventura!

 

Uma dica muito válida é orçar valores com todas as empresas que realizam este tipo de serviço na região, pois assim você tem bagagem para uma negociação.

 

Grande parte das pousadas e campings tem parceria com empresas de turismo, todavia não é obrigatório fechar o pacote com eles, você por conta própria pode selecionar sua empresa de turismo.

 

O pessoal da pousada estava nos cobrando R$ 120,00 por dia por pessoa para o guia nos acompanhar. Entre meus orçamentos encontrei uma outra empresa que faria por R$ 60,00 por dia por pessoa.

 

Apresentei esta proposta ao pessoal da pousada e eles equipararam a oferta, o que me levou a fechar tanto a estadia quanto o passeio com o guia com eles.

 

Ou seja, ficou 50% mais barato o passeio por conta deste prévio orçamento. Pagamos então R$ 60,00 por dia por pessoa, ou seja, R$ 120,00 o dia do guia por casal.

 

O grupo foi formado por 8 pessoas, todos jovens e praticamente da mesma idade e com o mesmo ritmo o que contribuiu muito para a dinâmica do passeio.

  

A EQUIPE DO PLANETA TRILHA

 

Todos os passeios são realizados por monitores ambientais ou guias de ecoturismo capacitados com cursos de condução, botânica, técnicas verticais, espeleologia e pronto socorrismo.

 

O QUE LEVAR PARA AS TRILHAS

 

  • Medicamentos pessoais na quantidade suficiente para durar por toda a viagem;
  • Um par de calçados aderentes, resistentes e em bom estado de uso para a prática das atividades;
  • Calças de tecido leve e resistente (tactel, suplex ou lycra);
  • Não é permitido o uso de bermudas para a visitação de atrativos dentro do parque;
  • Camisetas procurando seguir os requisitos das calças. Também não é permitido o uso de regatas para a visitação de atrativos dentro do parque;
  • Mochila para os passeios;
  • Camiseta de manga (leve e de material resistente);
  • No caso de máquinas fotográficas, é aconselhável a utilização de compartimento à prova d’água, para o transporte;
  • Boné ou chapéu para proteção solar;
  • Um par de calçados reserva para ser utilizado nas atividades noturnas;
  • Toalha de banho;
  • Roupas de banho;
  • Protetor solar e repelente;
  • Cantil, ou garrafas de água mineral;
  • Lanches para a trilha;
  • Um par de pilhas alcalinas tamanho 2AA.

 

Se você vai conhecer apenas um dos núcleos do PETAR, a minha sugestão é explorar o NÚCLEO SANTANA.

A caverna de Santana, que batiza o núcleo, é a maior caverna entre as mais de 200 cavernas do Petar. Conta com imensos salões decorados pelas formações calcárias naturais, os espeleotemas.

Pela apresentação da caverna, dá para ter uma boa ideia de como a região de centenas de cavernas em São Paulo se formou ao longo de milhões de anos, tanto do ponto de vista geral como no detalhe, nas belas estruturas que compõem Santana.

 

ENTRANDO EM NOSSO ROTEIRO

 

PRIMEIRO DIA – NÚCLEO SANTANA

 

08:30hrs – Início das Atividades

Mirante do Núcleo Santana

Caverna de Santana

Centro de integração ambiental

Trilha do Bethary

Caverna Morro Preto

Caverna do Couto

Piscina Natural

Cachoeira do Couto

 

Dá para fazer tudo isso em um dia nesse núcleo do Petar. O esforço é de moderado, mas tem vários momentos para dar uma descansadinha.

 

Quando chegamos ao parque, passamos pela chancela de registro. O guia Pedro desceu e comunicou que o nosso carro e o da frente estavam no grupo com ele. Desta forma fomos liberados sem pagar estacionamento.

 

0 - Entrada Parque Petar (3)

 

Estacionamentos o carro bem próximo do Centro de Visitantes, que fica a poucos metros da entrada das trilhas.

 

0 - Entrada Parque Petar (8)

0 - Entrada Parque Petar (9)

 

Começamos o passeio pela Caverna do Morro Preto. São mais de 200 degraus até se atingir a entrada da caverna! Muita subida que chega até a travar as pernas! A caverna possui um nível de dificuldade médio além de um belo pórtico. Nesta caverna você não se molha.

 

1 - Trilha do Morro Preto (3)

1 - Trilha do Morro Preto (1)

1 - Trilha do Morro Preto (11)

 

A Caverna do Morro Preto impressiona! A entrada tem mais de 20m de altura com colunas e estalactites gigantescas, que conferem à caverna um ar misterioso. Aproveitando o clima de mistério, o guia contou-nos que em escavações arqueológicas foram encontrados vestígios de ocupação do homem primitivo logo no primeiro salão.

 

1 - Trilha do Morro Preto (6)

2 - Caverna do Morro Preto (2)

2 - Caverna do Morro Preto (5)

Eles usavam a boca da caverna para se abrigarem das chuvas, mas não exploravam a mesma, por conta da escuridão. Também foram encontrados ossos de animais, como onças e tigres. Imagina-se que esses animais viram uma presa entrando na caverna e a seguiram se utilizando de seus instintos e olfato, mas por conta da escuridão acabaram ficando presos ou ainda sendo atacados por outros animais que enxergam bem na escuridão.

 

2 - Caverna do Morro Preto (9)

2 - Caverna do Morro Preto (12)

2 - Caverna do Morro Preto (18)

 

Ao adentrá-la percebemos que em algum momento houve ali um grande desmoronamento, e a visitação turística se dá entre grandes blocos de rocha até um salão chamado anfiteatro. Olhamos à nossa volta imaginando como seria a vida dentro deste ambiente. Estes momentos são únicos. Grandes oportunidades de instigar a imaginação.

 

2 - Caverna do Morro Preto (25)

2 - Caverna do Morro Preto (36)

2 - Caverna do Morro Preto (38)

 

Quando chegamos ao final da caverna, nos deparamos com uma placa que nos informava que a partir dali a exploração era perigosa. Aproveitamos o momento, nos acomodamos em algumas rochas e fizemos um “blackout”. Apagamos nossas lanternas para conferirmos tamanha é a escuridão dentro da caverna.

 

2 - Caverna do Morro Preto (51)

 

Não é por menos que os animais não conseguiam retornar quando entravam na caverna e também os homens primitivos não se aventuravam pela caverna.

 

2 - Caverna do Morro Preto (41)

2 - Caverna do Morro Preto (44)

2 - Caverna do Morro Preto (50)

 

Exploramos a caverna por cerca de 1h30 e então retornamos a entrada do parque para aguardarmos o horário de visitação do nosso grupo a Caverna de Santana.

 

2 - Caverna do Morro Preto (58)

2 - Caverna do Morro Preto (59)

2 - Caverna do Morro Preto (60)

2 - Caverna do Morro Preto (67)

 

Esperamos cerca de 20 minutos e prosseguimos em direção a Caverna de Santana.

 

4 - Caverna de Santana (7)

4 - Caverna de Santana (11)

 

A Caverna Santana é uma das mais bonitas do PETAR. Apenas 800 metros estão abertos a visitação, que são suficientes para conhecer diversos atrativos lá dentro. Percorrendo a caverna, encontramos enormes salões e formações curiosas, é nesta caverna que se encontra o famoso salão Taqueopa, considerado o mais ornamentado do mundo, mas por conta da fragilidade de seu ecossistema o acesso a ele é restrito aos pesquisadores, para compensar muitas outras formações como o anjo, o cavalo, a pata de elefante, o rato, o Cristo, abridor de garrafa, a bailarina, etc, estão dentro dos limites das visitações e também são encantadoras.

 

4 - Caverna de Santana (21)

4 - Caverna de Santana (23)

4 - Caverna de Santana (28)

 

Estar acompanhado dos monitores faz toda a diferença ao visitar as cavernas. Como esta é uma das principais cavernas, nela encontramos a maioria das formações geológicas que temos em cavernas. Tendo em vista este fato, nós fomos contemplados com uma verdadeira aula de geologia. Aprendemos o significado de termos como espeleotemas (nome genérico das diversas formações das cavernas), estalactites e estalagmites, e também porque certos espeleotemas são chamados de cortinas, colunas, travertinos, entre outros.

 

4 - Caverna de Santana (32)

4 - Caverna de Santana (35)

4 - Caverna de Santana (37)

 

É fascinante entender como são formados, como crescem e qual a sua importância na vida dentro da caverna. O roteiro turístico da caverna de Santana é muito didático e por isto, normalmente usado pelos professores de escolas nas saídas pedagógicas para o PETAR.

 

4 - Caverna de Santana (39)

4 - Caverna de Santana (47)

4 - Caverna de Santana (59)

 

Esta é uma caverna onde não nos molhamos. Nível fácil. Ficamos em torno de 2 horas lá dentro, com a experiência do “blackout”, quando desligamos todas as lanternas e ficamos em silêncio, observando a escuridão e escutando o silêncio. Sensacional!

 

4 - Caverna de Santana (65)

4 - Caverna de Santana (80)

4 - Caverna de Santana (82)

 

Procure sempre programar sua visita com as agências o quanto antes, pois as cavernas, principalmente a Santana, têm limite de visitação diária, e com certeza você não vai querer ficar fora desta visita.

 

4 - Caverna de Santana (89)

4 - Caverna de Santana (90)

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4 - Caverna de Santana (100)

4 - Caverna de Santana (102)

 

 

Nesta formação é possível tocar com os dedos e emitir som como se fosse um piano. Muito interessante. A Paty se aventurou com seus arranjos musicais. Tentei filmar, mas a caverna é extremamente escura e não daria para ver quase nada.

 

4 - Caverna de Santana (104)

 

Carinhosamente esta escultura foi “teta da Fafá de Belém” ou “estalacteta”, rsss

4 - Caverna de Santana (105)

4 - Caverna de Santana (110)

4 - Caverna de Santana (118)

 

Esta formação também é bem interessante, chamada de “asa do anjo”. Lembra mesmo, não é verdade?

 

4 - Caverna de Santana (120)

 

O que você vê na imagem a baixo?

 

Os românticos verão um coração; Os bebuns verão um abridor de latas!

O que você viu primeiro?
4 - Caverna de Santana (122)

4 - Caverna de Santana (127)

4 - Caverna de Santana (128)

4 - Caverna de Santana (132)

 

Esta é uma formação para os apaixonados e casais, pois de fato formam a moldura de uma foto!

Sensacional, não é mesmo?!?!

 

4 - Caverna de Santana (135)

4 - Caverna de Santana (136)

4 - Caverna de Santana (149)

 

Aqui tivemos uma parada para explicação do que ocorre com as águas que forma as formações da caverna.

Quando ela é intocável, a concentração de sedimentos que caem da terra e escorrem pelas rochas, atingem o chão, com o tempo se tornam as formações.

Mas se o ser humano tocar, destrói a possibilidade da se obter alguma formação na caverna, pois o corpo humano possui oleosidade, e isto afeta diretamente os sedimentos.

Por isso muitas cavernas são fechadas para visitação, afim de preservar essas maravilhosas estruturas, pois sempre que tocamos em qualquer rocha ou formação para nos apoiarmos durante o trajeto, afetamos diretamente as futuras formações.

 

4 - Caverna de Santana (151)

4 - Caverna de Santana (163)

4 - Caverna de Santana (166)

4 - Caverna de Santana (176)

 

Nesta parte tivemos a oportunidade de passar por literalmente uma fenda de uns 2 metros de extensão, que ligava um salão ao outro.

Quem não quisesse poderia fazer o percurso subindo uma escada que levava também a este novo salão.

Nos arriscamos, nos contorcemos, nos esticamos todos e conseguimos sair do outro lado!

Um sufoco, mas super radical!

 

4 - Caverna de Santana (185)

4 - Caverna de Santana (195)

 

Esta formação é chamada de “pé de elefante”. É uma coluna que não chegou a tocar no chão ainda.

 

4 - Caverna de Santana (250)

 

Terminamos a trilha da Caverna de Santana por volta das 14hs. Tivemos que aguardar 1h30 para podermos entrar na Caverna do Couto.

 

Neste período aproveitamos para conhecer a piscina natural e a Cachoeira do Couto, que ficam bem próximos da entrada do parque e centro de visitantes e também no pé das 2 cavernas do Morro Preto e do Couto.

 

Também aproveitamos a parada para nos alimentar com os lanches para a trilha que havíamos feito e levado em nossas bolsas. Depois de nos alimentar descansamos um pouco aos pés do Rio Bethary.

 

Quando deu o horário, o guia Pedro veio nos encontrar e retornamos a trilha que levava em direção novamente a Caverna do Morro Preto. Subimos bem menos degraus, cerca de 40 e chegamos a bifurcação que nos levaria a Caverna do Couto.

 

1 - Trilha do Morro Preto (6)

 

Esta caverna não é menos bela que as demais que visitamos, o curioso é perceber que mesmo estando no mesmo núcleo, encontramos cavernas com formações e características tão distintas. A caverna atravessa um grande morro, é praticamente um túnel. Sua entrada tem uma boca pequena e a luz em seu interior é bem escassa.

 

5 - Caverna do Couto (1)

5 - Caverna do Couto (3)

 

A Caverna Couto possui ligação com a Morro Preto e pode ser visitada inteiramente, do início ao fim, com uma visão fantástica. Nesta caverna também não nos molhamos.

 

5 - Caverna do Couto (13)

5 - Caverna do Couto (15)

 

A saída da Caverna do Couto novamente nos leva a uma trilha que fica atrás da Cachoeira do Couto de 6m de altura, e consequentemente da piscina natural. Depois de tanto calor e cansaço é possível se refrescar nas águas desta cachoeira! A Cachoeira do Couto leva este nome por justamente ser as águas que saem da Caverna do Couto e formam a cachoeira.

 

5 - Caverna do Couto (29)

5 - Caverna do Couto (65)

5 - Caverna do Couto (70)

Terminado o passeio, retornamos ao carro e nos dirigimos para a pousada. Tomamos banho e passamos o restante da noite cozinhando e na resenha com o casal de amigos que estavam conosco.

 

Na região próxima ao parque não há nada para se fazer, a não ser que enfrente cerca de 15km de estrada de terra, apesar de estar em boas condições, para chegar ao centro de Iporanga. Resolvemos não arriscar, fora o cansaço, teria mais um desgaste de ir e vir de mais de 1h.

 

As outras pessoas que estavam em nosso grupo e hospedado na pousada conosco, foram ao centro de Iporanga depois das 19hs e encontraram quase tudo fechado.
4 - Caverna de Santana (135)

4 - Caverna de Santana (132)

4 - Caverna de Santana (136)

 

 

Veja na integra como foi todo nosso passeio:

 

O que Você Encontrará ao Visitar Petar? Cavernas, Grutas, Cachoeiras, Mirantes!

 

5 Dicas para Quem vai Visitar o PETAR e a Caverna do Diabo pela Primeira Vez!

 

Onde se Hospedar e Como Chegar no PETAR – Iporanga

 

Cavernas do PETAR – 1º Dia – Núcleo Santana – Trilha Morro Preto + Caverna Morro Preto + Trilha Caverna Santana + Caverna Santana + Caverna Couto


Cavernas do Petar – 2º Dia – Núcleo Santana – Trilha Rio Betary + Caverna Água Suja + Cachoeira Andorinha + Cachoeira Beija-Flor + Caverna Cafezal

 

Cavernas do PETAR – 3º Dia – Caverna do Diabo – Percurso Curto

 

Cavernas do PETAR – 3º Dia – Núcleo Ouro Grosso: Caverna Ouro Grosso, Caverna Alambari de Baixo, Cachoeira do Sem Fim, Esticadinha na Reserva Betary e por fim a Caverna do Diabo – Percurso Completo

 

Cachoeira do Meu Deus em Eldorado – Região do PETAR

 

Passeios Radicais em PETAR – Rapel, Bóia-cross, Canyoning, Tirolesa, Corrida de Aventura e Muito Mais!

 

E então, o que vocês acharam deste passeio?

Já visitaram o PETAR?

Deixem seus comentários e sugestões abaixo!

 

 

 

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9 comentários em “Cavernas do PETAR – 1º Dia – Nucleo Santana – Trilha Morro Preto + Caverna Morro Preto + Trilha Caverna Santana + Caverna Santana + Caverna Couto

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