Depois de um dia mais tranquilo na Praia de Jericoacoara, era hora de voltar para o buggy.
No nosso 5º dia, escolhemos fazer o passeio pelo Lado Oeste de Jericoacoara, um roteiro que mistura praias praticamente desertas, travessia de balsa, mangue, dunas, lagoas e muita diversão.
E, para nossa família, acabou sendo um dos dias mais divertidos de toda a viagem.
🚙 Começando o passeio pelo Lado Oeste
Saímos por volta das 9h30 com nosso bugueiro, Gleidson.
Logo de cara tivemos uma ótima impressão dele. Foi muito atencioso com as crianças durante todo o passeio e teve bastante cuidado com Arthur e Vitor, o que fez diferença, principalmente nos trechos mais radicais pelas dunas.
O começo do percurso já impressiona.
Seguimos por vários quilômetros de praia praticamente deserta, com aquele visual de litoral que parece não ter fim.
Sem prédios.
Sem trânsito.
Sem grandes estruturas.
Só praia, areia, mar e o buggy.
E é justamente essa sensação de estar longe de tudo que torna o Lado Oeste tão especial.
⛴️ Travessia do Rio Guriú
Em determinado momento chegamos à travessia do Rio Guriú.
Para continuar o passeio é necessário atravessar de balsa.
O valor foi:
R$ 10 por pessoa
Como estávamos em quatro:
R$ 40
Uma dica importante para quem estiver fazendo esse passeio:
💵 Leve dinheiro.
Na região da balsa não havia sinal de internet.
Nós tivemos que fazer o pagamento posteriormente por PIX, quando recuperamos o sinal.
Então, se você não quiser passar por esse tipo de situação, tenha dinheiro em espécie.
🌴 Mangue Seco
Depois da travessia seguimos para o Mangue Seco.
Foi uma parada rápida, de aproximadamente 15 minutos.
A região é bonita e rende algumas fotos bem diferentes das paisagens que tínhamos encontrado nos outros dias.
Também havia uma pequena feira de artesanato.
Aproveitamos para comprar:
2 cocos: R$ 16
Água: R$ 5
Total: R$ 21
Havia também a possibilidade de fazer o passeio para conhecer os cavalos-marinhos.
Mas decidimos não fazer.
Nossa prioridade naquele dia era aproveitar mais tempo nas lagoas, então preferimos seguir viagem.
🏜️ E começaram as dunas…
Depois do Mangue Seco vieram as dunas.
E aqui o passeio muda completamente de ritmo.
São descidas bem inclinadas, curvas e aquelas manobras de buggy que fazem o coração acelerar.
Arthur foi sentado atrás comigo, enquanto Paty e Vitor ficaram dentro do buggy.
Foi bastante adrenalina.
E, para as crianças, foi uma diversão enorme.
🏄♂️ Skibunda: eu e Arthur encaramos!
Em uma das paradas encontramos o skibunda.
Eu e Arthur resolvemos experimentar.
O valor foi:
R$ 25 por pessoa
Total:
R$ 50
E aqui vai uma recomendação:
Façam!
É muito divertido.
A experiência lembra bastante o skibunda que já conhecíamos de Natal, mas mesmo assim foi uma das atividades mais legais do passeio.
Eu e Arthur descemos juntos, demos muita risada e seguimos viagem com aquela sensação de “quero fazer de novo”.
🌊 Primeira lagoa
Antes da Lagoa Grande fizemos uma parada em outra lagoa.
Havia algumas atividades pagas disponíveis, mas decidimos não participar.
Entramos na água e ficamos aproximadamente 15 minutos.
A água era muito rasa e tranquila.
Mas nosso objetivo principal ainda estava por vir.
💙 Lagoa Grande: o grande destaque do dia
Chegamos à Lagoa Grande por volta das 11h.
E que lugar!
Foi uma das melhores surpresas de toda a viagem.
A lagoa é enorme, com água rasa, transparente e muito agradável.
Em alguns pontos a água chegava aproximadamente à cintura.
E a estrutura também ajudava bastante.
Encontramos:
redes dentro da água;
decks;
mesas dentro da lagoa;
áreas para crianças;
espaço para brincar;
caiaques;
stand up paddle.
Mas o que mais gostamos foi simplesmente ficar ali.
👨👩👦👦 Crianças fazendo amizade
Arthur e Vitor rapidamente encontraram outras crianças e começaram a brincar.
Teve brincadeira com balde na areia, bola e muita correria.
Em determinado momento apareceu uma bola inflável enorme, daquelas em que as crianças podem entrar.
O preço inicial era:
R$ 70
Mas o Arthur negociou.
E conseguiu por:
R$ 50 por 20 minutos.
Eu achei muito engraçado ver a negociação acontecendo.
E melhor ainda foi ver que ele conseguiu. 😂
🍽️ Almoço na Barraca do Lucas
Passamos praticamente a tarde inteira por ali.
Ficamos das 11h até aproximadamente 15h30.
Na hora do almoço fomos à Barraca do Lucas.
Pedimos:
🐟 Isca de peixe: R$ 189
🥤 Jarra de suco: R$ 30
🥤 Coca-Cola: R$ 9
Total: R$ 228
A comida estava boa e o principal era que conseguíamos continuar aproveitando a lagoa depois do almoço.
Essa possibilidade de comer praticamente dentro d’água é uma das coisas que fazem a experiência ser tão gostosa.
🌅 Final de tarde na praia
Depois de sair da Lagoa Grande, ainda aproveitamos o final da tarde na praia.
O céu estava mais nublado, mas isso não impediu a diversão.
Jogamos bola.
As crianças correram.
Entramos no mar.
E, claro, ainda teve espaço para mais comida. 😄
Compramos:
2 açaís: R$ 45
sorvete: R$ 10
cocada preta: R$ 10
Total: R$ 65
Foi um daqueles finais de dia em que ninguém quer ir embora.
🥞 Jantar: X Crepe Francês Jeri
À noite ainda tentamos conhecer a Naturalmente Creperia.
Sentamos, olhamos o cardápio e percebemos que havia pouquíssimas opções de crepe.
E como queríamos experimentar sabores diferentes, decidimos ir embora.
Seguimos então para o X Crepe Francês Jeri.
Pedimos quatro sabores:
Marguerita: R$ 22
Frango: R$ 26
Calabresa: R$ 25
Carne de sol: R$ 28
Além de:
Coca-Cola: R$ 8
Água: R$ 4
Suco de caju: R$ 15
Total: R$ 128
Foi uma solução simples para encerrar um dia em que já tínhamos comido bastante durante o passeio.
💭 Nossa opinião sobre o Lado Oeste
Se tivéssemos que escolher os momentos favoritos do passeio, seria difícil.
O caminho pelas praias desertas foi incrível.
A travessia de balsa deu um toque diferente.
As dunas trouxeram adrenalina.
O skibunda rendeu boas risadas.
Mas a Lagoa Grande foi o grande destaque.
Para quem viaja com crianças, ela funciona muito bem.
A água rasa permite que elas tenham bastante liberdade, existe estrutura para passar várias horas e ainda há diversas atividades disponíveis.
E talvez o mais importante: não precisamos ficar correndo de uma atração para outra.
Chegamos às 11h e ficamos até 15h30.
Foram mais de quatro horas simplesmente aproveitando a lagoa.
💰 Quanto gastamos no 5º dia?
Despesa
Valor
Balsa Rio Guriú
R$ 40,00
Mangue Seco – cocos + água
R$ 21,00
Skibunda
R$ 50,00
Bola inflável
R$ 50,00
Almoço – Barraca do Lucas
R$ 228,00
Açaís + sorvete + cocada
R$ 65,00
Jantar – X Crepe Francês Jeri
R$ 128,00
Total do dia
R$ 582,00
Foi um dia cheio, mas sem aquela sensação de que estávamos simplesmente “cumprindo atrações”.
O Lado Oeste foi aventura, natureza e diversão em família — exatamente o tipo de passeio que procurávamos em Jericoacoara. 🏜️🌊❤️
E no dia seguinte faríamos algo bem diferente: voltaríamos para a praia, desta vez em um dia de chuva, e terminaríamos a noite com uma experiência gastronômica que acabaria entrando para o topo da nossa lista de restaurantes favoritos. 🍣
Depois de três dias de passeios, buggy e lagoas, decidimos que o 4º dia seria mais tranquilo.
Não queríamos ter uma programação fechada todos os dias. Afinal, viajar em família também significa deixar alguns momentos livres para simplesmente acordar, escolher o que fazer e aproveitar o destino sem olhar para o relógio.
E foi exatamente isso que fizemos.
Nosso destino foi a própria Praia de Jericoacoara.
Depois de um dia inteiro conhecendo o Extremo Leste de Jericoacoara, começamos nosso terceiro dia novamente explorando essa região. A programação incluía duas paradas bem diferentes: a Lagoa Azul e o Lagun Beach Club.
Foi um daqueles dias em que a gente passa praticamente o dia inteiro dentro d’água. 🌊
E também foi um dia que nos fez perceber uma coisa importante sobre Jericoacoara: nem tudo que aparece nas fotos e nas redes sociais entrega necessariamente a mesma experiência quando chegamos lá.
Depois de meses planejando a viagem, finalmente chegou o dia de conhecer Jericoacoara em família. Foram 8 dias de viagem, de 16 a 23 de julho, com Paty, Arthur e Vitor, e a ideia era aproveitar o destino sem transformar a viagem em uma corrida contra o relógio.
Como sempre fazemos, queríamos conhecer bastante coisa, mas também deixar espaço para simplesmente curtir o lugar.
E o primeiro dia começou cedo.
✈️ De São Paulo para Jericoacoara
Nossa viagem começou no aeroporto de Guarulhos. Compramos três passagens em dinheiro, que custaram R$ 6.621,27, e emitimos a quarta utilizando 35.000 milhas LATAM Pass, pagando mais R$ 1.315,82 em taxas e complementos.
No total, considerando as quatro passagens:
R$ 7.937,09
Uma média de aproximadamente R$ 1.984 por pessoa.
Também deixamos o carro no ViajePark, próximo ao aeroporto de Guarulhos. O estacionamento coberto acabou custando R$ 291 no total da viagem.
O voo saiu às 8h e chegamos à região de Jericoacoara por volta das 11h30.
A partir dali ainda tínhamos o transfer até a pousada.
🏨 Chegando à Pousada MyM Dunas
Chegamos à Pousada MyM Dunas por volta das 13h30.
A pousada seria nossa base durante os sete dias seguintes e pagamos R$ 3.400 pelas sete noites.
Para acomodar os quatro, ficamos em um quarto com:
cama queen;
cama de solteiro;
colchão extra para o Vitor.
Para o Arthur houve um adicional de R$ 70 por dia.
O café da manhã era servido diariamente das 7h30 às 9h30 e uma coisa que gostamos bastante foi a possibilidade de utilizar o minibar para guardar produtos que comprássemos durante a viagem.
Depois de um primeiro dia mais tranquilo, conhecendo a pousada, caminhando pela vila e tendo o primeiro contato com a gastronomia de Jericoacoara, chegou a hora de começar de verdade a explorar os arredores.
E escolhemos começar pelo Extremo Leste de Jericoacoara.
Foi um dia de sol, dunas, lagoa, buggy, pôr do sol e muita diversão com as crianças. Um daqueles dias que começam sem saber exatamente como vão terminar e acabam ficando entre as melhores lembranças da viagem.
🌳 Árvore da Preguiça: uma parada rápida, só para registrar
No caminho de saída da Vila de Jericoacoara, atravessando o Parque Nacional de Jericoacoara, passamos por um dos pontos mais conhecidos desse trajeto: a famosa Árvore da Preguiça.
Ela fica praticamente deitada sobre a areia, com o tronco crescendo de forma horizontal, resultado da ação constante dos ventos da região. É uma daquelas paisagens que parecem ter sido desenhadas especialmente para uma fotografia.
Nós paramos para tirar a nossa foto, mas não ficamos muito tempo.
O motivo foi simples: a fila estava enorme.
Como estávamos fazendo o passeio de buggy e ainda tínhamos bastante coisa para conhecer naquele dia, decidimos não esperar. Registramos rapidamente o momento e seguimos viagem.
E, olhando hoje, acho que foi uma boa decisão. A Árvore da Preguiça é curiosa e rende uma foto muito legal, mas não sentimos necessidade de ficar esperando muito tempo para fazer aquele registro perfeito.
📸 Dica para quem está viajando: se encontrar uma fila muito grande, vale lembrar que o principal atrativo é justamente o cenário e a árvore. Uma foto rápida já garante a lembrança — e você pode aproveitar melhor o restante do passeio.
No nosso caso, ela acabou sendo uma pequena parada no caminho, mas uma daquelas fotos que ajudam a contar a história da viagem. 🌴🏜️
Uma experiência de 5 dias no interior de São Paulo, com piscinas termais, muita diversão para as crianças, programação especial e um motivo ainda mais especial para comemorar: nossos 14 anos de casamento.
Quando pensamos em uma viagem em família, nem sempre precisamos pegar um avião e atravessar o país para encontrar um lugar que agrade a todo mundo.
Às vezes, uma boa estrutura, piscinas quentinhas, espaço para as crianças correrem e uma programação que envolva toda a família já são suficientes para transformar alguns dias em uma ótima viagem.
Foi exatamente essa a proposta da nossa passagem pelo Blue Tree Thermas de Lins, no interior de São Paulo.
Ficamos por lá de 6 a 10 de julho de 2026, aproveitando alguns dias de férias com o Arthur e o Vitor. E o resort acabou sendo uma escolha que combinou bastante com aquilo que procurávamos: descanso para os adultos e diversão praticamente garantida para as crianças.