Conhecendo Monte Verde – MG em 2 Dias

Olá pessoal,

Como vocês estão?

Hoje, iremos falar um pouco sobre nossa viagem a Monte Verde – MG, realizada em Abril de 2013.

Monte Verde é uma cidade que fica no extremo Sul de Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira, cerca de 160km de São Paulo.

Monte Verde e Campos do Jordão disputam o título da cidade mais fria do Sudeste. Segundo a CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), desde 2000 os invernos têm sido mais rigorosos em Monte Verde do que em Campos do Jordão. Então, para quem gosta de frio, este é o local ideal para curtir!

Passamos 2 dias na cidade: chegamos em uma sexta às 14h00 (horário disponível para check-in era as 12h, mas tivemos alguns imprevistos) e saimos da cidade por volta das 15hs em um domingo (check-out poderia ser feito até as 12h), após um delicioso passeio a cavalo que mais a frente contaremos!

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Monte Verde é uma cidade muito romântica. Pelo que vimos por lá, a grande maioria dos turistas eram casais jovens, todavia havia os que, após varios anos juntos, ainda demonstravam que a chama do amor permanecia acesa!

Ficamos hospedados na Pousada Canaã. Você pode conferir um post dedicado a Pousada no link.

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Booking

O lugar é muito legal, bonito e bem organizado. São chalés com lareira dentro dos quartos e é possível adquirir um saco de lenha diretamente na pousada por R$ 10,00, que, para nós, durou 2 noites.

O melhor de tudo é que a pousada fica extremamente próximo ao centro, você pode andar por toda a cidade a pé, não é necessário tirar o carro do estacionamento e isto é excelente porque à noite sempre é mais difícil para encontrar onde parar e os estacionamentos da avenida principal cobram cerca de R$ 10,00.

A cidade é recheada de restaurantes com os mais variados tipos de comida!

Na sexta almoçamos no restaurente Galeria Dom Luiz (o local não tem site ). Foi um almoço básico, pois tinhámos acabado de chegar e estávamos nos programando para desfrutar do que a cidade oferece de melhor na parte da noite. Nosso gasto como casal foi de R$ 40,00, incluindo as bebidas.

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À noite, voltamos ao mesmo restaurante Galerai Dom Luiz para um rodízio de sopas. Pensando no friozinho que estava fazendo na cidade, esta foi uma ótima pedida! O restaurante fornece um ambiente aconchegante e romântico, à luz de velas em todas as mesas. A casa oferecia 6 tipos de sopa e, para os adeptos desse rodízio, era permitido se servir à vontade. Por pessoa, o valor cobrado foi de R$ 15,90. Importante mencionar que este restaurante não aceita cartão de crédito ou débito, somente dinheiro: real ou dólar.

No sábado, tomamos um delicioso café da manhã servido na própria pousada das 9h00 às 11h00 e partimos rumo às famosas e desafiadoras trilhas de Monte Verde.

Uma dica: é possivel obter todas as informações necessárias sobre as trilhas em um dos sites da cidade Monte Verde.

Na trilha da Pedra Partida e Pedra Redonda é necessário pagar R$ 10,00 para estacionar. O cobrador informou que era uma propriedade particular. Agora, como um parque preservado pode ter uma parte particular, sinceramente, não sabemos. Um absurdo, mas fazer o que? É sabido o que acontece caso não haja pagamento, não é mesmo? Melhor não arriscar.

Começamos pela Trilha da Pedra Redonda. O acesso é simples: Suba a Avenida das Montanhas até o final (são aproximadamente 3,5 km do centro de Monte Verde).

Pela facilidade de acesso e curta extensão, a Pedra Redonda é uma das mais frequentadas e um passeio obrigatório para quem visita Monte Verde. Bem demarcada e sinalizada, esta trilha pode ser feita por adultos e crianças, sem necessidade de guias. Apesar da trilha ser curta (apenas 900 metros), no trecho final há uma subida bastante acentuada que exige um pouco de esforço para vencer as alturas e alcançar o cume da pedra.

Depois de percorrer os primeiros 600 metros da trilha, você chegará a um mirante onde foi construída uma plataforma de madeira; aproveite para descansar e curtir o visual.

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Prosseguindo por mais 50 metros, você vai encontrar uma bifurcação com uma placa indicando a Pedra Redonda à direita.

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A partir desse ponto, o resto do percurso é bem mais tranquilo. Para facilitar a subida e proporcionar maior segurança aos turistas, foram instaladas escadas rústicas de madeira no trecho final.

A dificuldade da subida é recompensada quando se chega ao cume da Pedra Redonda: apesar de não ser tão alta quanto a sua vizinha, Pedra Partida, é um ótimo ponto para se admirar a vistas da região. Estamos exatamente na divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo. De um lado, temos uma visão ampla de toda Monte Verde; do lado oposto, mais de um quilômetro abaixo, pode-se observar a vila de São Francisco Xavier, no município paulista de São José dos Campos.

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O topo da Pedra Redonda é amplo e relativamente plano, com muito espaço para sentar, descansar e apreciar a bela paisagem ao redor.

Tiramos fotos e conhecemos algumas pessoas ali. Depois, voltamos para a bifurcação, pois havia ainda outra trilha a percorrer: A Trilha da Pedra Partida!

Esta trilha é cansativa. Foi mais de 1 hora de subida literalmente !!!

Quase no final, eu, Jefferson, pedi arrego (rs), não aguentava mais… Além do cansaço físico, eu estava sedento: esquecemos de trazer conosco nossas garrafiinhas d’água e não há bicas ou bebedouros na região =P Havia outro casal que estava fazendo esta trilha, Wellingthon e Giovana. Até certo ponto, estávamos à frente deles, mas, devido aos fatos acima expostos (rs), eles nos ultrapassaram. A cada trecho percorrido a sensação era de que não havia pedra nenhuma! (rs) Passamos por várias pedras “pequenas”, mas nunca era  e era a principal, nossa meta… Muito perto de alcançar o cume, eu literalmente me rendi ao cansaço e quis voltar, mas minha digníssima esposa me convenceu a continuar um pouquinho mais. Nós dois não gostamos de desistir e não cumprir nossos objetivos, então continuamos. Em menos de 5 minutos alcançamos a Pedra Partida!

Imaginem se eu tivesse desistido tão perto!!! Aiai…

Mas vamos às explicações da trilha:

A trilha da Pedra Partida é uma continuação do caminho para a Pedra Redonda. Por ser mais longa e mais cansativa, esta trilha tem um grau de dificuldade um pouco maior, não sendo indicada para crianças pequenas (mas nós vimos alguns pais corajosos que incentivaram seus filhinhos nesta aventura). Com disposição e muito condicionamento físico, é possível visitar as duas pedras em um único passeio.

A vista que se tem do alto da Pedra Partida é espetacular e, por si só, já vale a caminhada. Além dos belos visuais que este passeio proporciona, ao longo da trilha também podem ser observadas várias espécies de bromélias e outras plantas que crescem em toda a região.

A partir bifurcação, a trilha fica muito fechada e, depois de passar por um pequeno vale, o resto do percurso é praticamente em subida constante até alcançar o segundo pico mais alto da região.

Depois de 40 minutos de caminhada após a bifurcação, chega-se a um dos mirantes da trilha, um bom local para descansar e apreciar a paisagem.

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O resto do percurso é todo pela crista da montanha. O objetivo já está próximo, a apenas 10 minutos de caminhada. Nesse trecho final, passa-se por uma formação rochosa que deve ser contornada pela direita e que é também o último mirante antes de chegar ao topo.

Atingir o cume da Pedra Partida e vislumbrar o cenário lá do alto é uma experiência impressionante: a 2046 metros de altitude, é surpreendente lembrar que estamos meio quilômetro acima do centro de Monte Verde! Desse ponto privilegiado pode-se ver toda a vila e muito mais. A visão de 360° se estende até o horizonte e, em dias claros, pode-se avistar o Pico dos Marins, a Pedra do Baú (em São Bento do Sapucaí) e a região de Campos do Jordão, no Vale do Paraíba.

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E assim terminamos esta trilha: com a dignidade de a termos completado (ainda que aos trancos e barrancos porque a Paty caiu na subida rs). Entre ida e volta, o nosso  percurso totalizou cerca de 3h30.

Há outras trilhas para serem feitas: a Trilha do Chapéu do Bispo e a Trilha do Platô. Elas parecem legais, mas pelo que ouvimos dos moradores e outras pessoas que conhecemos, as trilhas que fizemos são as melhores.

Voltamos para a cidade, tomamos um belo banho na pousada e saimos para almoçar no Restaurante Rancho da Picanha. Lá, comemos uma típica comida mineira: Arroz Carreteiro, ao som de música ao vivo. O local é muito gostoso, apesar de cheio.

Neste almoço gastamos cerca de R$ 70,00, o casal.

Na parte da tarde, ficamos passeando pela cidade e, como todo bom turista, tiramos muitas fotos.

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À noite, com modelitos determinados pelo frio intenso, fomos apreciar uma das melhores coisas da cidade: O Fundue!!!

Olhamos algumas opções para o rodízio de fundue e optamos pelo Restaurante e Bar Café Pinhão. Local com 3 ambientes: externo, interno e piso superior.

Quem escolhe a parte externa tem a sua refeição embalada por uma banda de música ao vivo.

Neste restaurante o rodízio por pessoa é no valor de R$ 49,90.

Infelizmente, eles cobram o Couvert por pessoa e não por mesa. Sinceramente, eu considero esta cobrança indevida e indelicada, pois penso que é a casa que deve oferecer este diferencial para que possa atrair mais consumidores… Enfim, pagamos R$ 15,00 de Couvert por pessoa pelas 3hs que ficamos no restaurante.

Havia outras trilhas à serem feitas, conforme comentamos, mas não tínhamos mais pique, pois o dia anterior foi bem desgastante.

No domingo, acordamos mais tarde, tomamos café da manhã na pousada, arrumamos as malas e fizemos o check-out.

Após o check-out, fomos visitar uma pista de patinação no gelo montada na cidade. Infelizmente, não desfrutamos dela, pois  por 30 minutos o valor era de R$ 50,00 por pessoa. Achamos um absurdo de caro!!!

Após esta visita frustrada, não havia muito mais o que fazer na cidade. Então, fomos ao único posto que tem na cidade, Posto Ipiranga, para abastecer e ir embora.

Saindo do posto, vimos um pessoal na rua que ofereciam passeio a cavalo. Quando questionado por mim, o rapaz informou que por 1 hora de passeio o investimento do casal era de R$ 40,00 . Não gostei do valor e, negociando, fechamos por R$ 30,00. Nosso guia era um menino de 6 anos, chamado Lucas.

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Neste passeio visitamos o aeroporto da cidade. O pessoal diz que é o aerporto mais alto do Brasil, com 1.560 metros. Essa informação eu não chequei…

Enquanto estavamos parados, um avião pousou por lá. Ouvimos comentários que o vôo por 15 minutos era de R$ 70,00 por pessoa.

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E, assim, terminamos o nosso passeio!

Esperamos ter ajudado vocês a conhecer um pouco mais desta bela cidade!

Um grande abraço! Qualquer dúvida, deixem seus comentários.

 

Jeff & Paty

Com Pé na Estrada

 

 

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11 comentários em “Conhecendo Monte Verde – MG em 2 Dias

  1. Pingback: Hannover – A melhor casa de Fundue de São Paulo. Será? | COM PÉ NA ESTRADA

    • Olá Katianny,

      A cidade é perfeita para passar uma lua de mel, basta você escolher um bom hotel, que lhe proporcione uma linda vista da região, um quarto amplo e agradável, se possível com banheira e alguns mimos a mais.

      Monte Verde em si é bem pequeno, é composta por uma rua comercial, onde tudo funciona e nos arredores ficam os hotéis e pousadas.

      O que a região fornece são trilhas e mais trilhas, de diversos níveis que certamente lhe garantem uma linda vista da região.

      Se você gosta de andar por um bom tempo e apreciar a paisagem, este é o local perfeito, mas caso não goste, literalmente não terá nada para fazer na cidade.

      Até mesmo por conta disto, creio que ninguém até hoje montou um guia, pois em 2 dias inteiros é possível conhecer 80% das trilhas, caminhando entre 4 a 6hs diárias.

      O que você está procurando?
      Que tipo de viagem mais te chame a atenção?

      Obrigado pelo comentário e lembre-se: Continua conosco Com o Pé na Estrada!

  2. Olá.. quanto tempo mais ou menos vocês levaram para do ponto de partida da trilha, até a volta no mesmo lugar, no caso do estacionamento?
    Tem como chegar ao Platô seguindo essa mesma trilha?
    Obrigada

  3. Realmente uma maravilha de Cidade, vale muito a pena conhecer.. Minha lua de mel foi lá, ficamos 5 dias muito bem aproveitado.. Visitamos a Pedra Redonda, andamos a cavalo, Quadriciclo, Tirolesa, vistamos a fazenda Radical, enfim tudo muito bom, com certeza voltaremos mais vezes.

  4. Gostaria de ir em fevereiro em um carro popular 4×2. Gostei de um hotel que fica a 3,5 do centro sentido avenida das montanhas, sera que consigo chegar ate la de carro? Quais as condições da estrada

    • Olá Eduardo.

      Conseguir você consegue, a questão é a que preço.
      São estradas de terra e pedra. Se chover você terá problema.
      Se for em feriados ou alta temporada, sempre terá que pagar estacionamento para ir ao centro. Lembro de ser 20 o período.
      Minha sugestão são hotéis que ficam na avenida principal do centro ou nas transversais.

      Fora isso em alta temporada e feriado é desgastante.

      Espero ter ajudado!

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