Olá viajantes, tudo bom?
Hoje o post é daqueles que a gente sabe que vai querer reler daqui muitos anos.
Sabe aquele dia que não é perfeito… mas é exatamente por isso que ele fica tão especial?
Foi assim o nosso dia no Hopi Hari.
Um dia quente… Muito quente.
Com filas. Com decisões estratégicas.
E com um menino de 9 anos vivendo, talvez sem perceber, alguns dos primeiros momentos de independência da vida dele.
🎯 Por que escolhemos esse passeio
A verdade é simples: o Arthur pediu.
E quando um filho pede um passeio assim, a gente sabe que não é só sobre o parque.
É sobre fase.
É sobre memória.
É sobre viver aquilo com ele.
Fomos nós três: eu, Paty e Arthur.
E já sabíamos que seria um dia intenso — mas não imaginávamos o quanto.
No geral confesso que não é um parque que gosto, pois os brinquedos são extremamente distantes um dos outros, as filas são enormes e sempre tem brinquedos que param de funcionar. A última vez que havia ido ao parque foi em 2016 com a Paty, só nós 2 e fui horrível a experiência. Deixo abaixo o post que fizemos na epoca. Essa só não foi pior pois tinha o objetivo de dar a melhor primeiro experiência em um parque grande para ajudá-lo a mudar de fase de criança para um menino grande!
📍 Chegada e primeira impressão
Chegamos por volta de 10h40 e entramos no parque às 11h10.
Logo na entrada, uma coisa nos chamou atenção de forma muito positiva: A organização para medir a altura das crianças.
O Arthur, com 1,26m, recebeu a pulseira da faixa de 1,20m a 1,30m.
E ali já caiu a primeira ficha:
Ele já não é mais “pequeno”… mas ainda não chegou na fase dos brinquedos radicais.
Está exatamente no meio do caminho.
☀️ O dia mais quente do que esperávamos
33 graus.
E isso muda tudo.
Fila parece maior.
Cansaço chega mais rápido.
A paciência precisa ser administrada.
Mas também faz com que algumas decisões façam muito mais sentido.
E foi aí que começou o nosso “modo estratégico de parque”.
🎢 Nosso dia dentro do parque (o que realmente vivemos)
Começamos com o Rio Bravo.
Fila de uns 40 minutos.
Saímos molhados na medida certa.
Ali já percebemos: Água seria nossa aliada naquele dia.
Depois fomos no Vurang.
Uma montanha-russa no escuro, rápida, divertida e cheia de surpresa.
Fila de aproximadamente 30 minutos.
Até aqui, tudo dentro do esperado.
🍽️ O almoço que virou experiência (e nem sempre no bom sentido)
Decidimos almoçar no Saloon para assistir ao show.
Entramos 30 minutos antes para garantir lugar.
Pegamos mesa na primeira fileira — mesmo com uma pequena coluna na frente, a visão era boa.
Mas aqui vem a parte real:
O almoço foi caro.
Pagamos R$ 258.
E o show… foi todo em inglês.
Vimos várias pessoas saindo no meio da apresentação.
Não foi ruim.
Mas também não foi algo que prendeu o Arthur.
E isso é importante dizer.
Nem tudo precisa ser incrível para ser verdadeiro.
🎠 O momento que marcou o dia
Depois do almoço, fomos no Bugabalum.
E ali aconteceu algo que, como pai, marcou muito.
O Arthur foi sozinho.
Ele podia. Ele quis.
E quando saiu…
Estava tonto de tanto girar.
E feliz. Muito feliz.
Ali não era mais sobre o brinquedo.
Era sobre ele crescendo.
🛝 A melhor decisão estratégica do dia
Fomos para a Toka do Uga.
Um brinquedão enorme, cheio de escorregadores e caminhos.
Arthur ficou quase 1 hora brincando.
Enquanto isso, eu fiquei na fila do próximo brinquedo.
Sem perceber, montamos uma estratégia:
Um garante diversão.
O outro garante avanço.
E assim conseguimos aproveitar mais o dia.
Eu fiquei na fila do Spleshi enquanto a Paty ficava com ele no Toka do Uga, pois assim conseguiriamos distrai-lo enquanto o outro passava pelo perrengue;
🌊 O auge: 30 segundos que valeram 1 hora
O Spleshi foi o ponto alto.
1 hora de fila.
30 segundos de descida.
E saímos completamente encharcados.
Mas com aquele calor?
Foi perfeito.
Às vezes o melhor momento do dia não é o mais lógico.
🎥 Uma pausa necessária
Fomos no Simulákron.
Fila de 45 minutos.
Mas o ar-condicionado ali dentro foi quase um abraço no meio do caos do calor.
Brinquedo simples, que apresentou problemas para começar, algo relacionado ao cinto de segurança de alguma fileira e a equipe técnica não conseguia identificar… tentaram de tudo até que depois de uns 10 minutos conseguiram fazer os sistemas funcionarem, acusarem os cintos afivelados e assim a simução pode começar.
🚂 Um respiro
Passamos pelo Komboio.
Sem fila.
Leve.
Tranquilo.
Esses momentos fazem diferença.
🎢 O encerramento perfeito
Já eram quase 19h.
Fomos na Speedi ‘64.
Fila de 45 minutos.
Céu começando a fechar.
E aquele sentimento de:
“Estamos encerrando um dia importante.”
📊 O que conseguimos fazer (e o que não conseguimos)
O parque tem cerca de 25 atrações.
Fomos em 9.
Cerca de 36%.
Poderíamos ter feito mais?
Sim.
Mas aqui entra um ponto importante:
O VIP Pass muda completamente a experiência.
Sem ele, o ritmo é outro.
E está tudo bem.
🎟️ Sobre o VIP (a realidade que vimos)
Vimos muitas pessoas usando.
Grupos passando na frente constantemente.
E isso impacta.
Se a fila dizia 1 hora, virava 1h15, 1h30.
É simples:
Quem paga, otimiza o tempo.
Quem não paga, precisa planejar melhor.
💰 Quanto custou o nosso dia
Ingressos (Black Friday): R$ 147
Estacionamento: R$ 63
Almoço: R$ 258
Águas: R$ 42
Lanche: R$ 63
👉 Total: R$ 573
Foi caro?
Sim.
Mas também foi um dia inteiro de experiência.
💭 O que ficou pra gente
Nem tudo saiu como planejado.
- O show não engajou tanto
- Pegamos filas longas
- O calor foi pesado
Mas também teve:
- Um filho indo sozinho pela primeira vez
- Risadas sinceras
- Estratégia em família
- E momentos simples que viram memória
❤️ O que a gente aprendeu
Que nem sempre fazer tudo é o mais importante.
Às vezes, viver bem o que dá pra fazer já é suficiente.
E que a fase que o Arthur está vivendo agora… É única.
🔮 E o que ficou combinado
Quando ele chegar aos 1,40m…
Vamos voltar.
Porque aí começa uma nova fase.
A das montanhas-russas grandes.
A da coragem diferente.
🤔 E você?
Você é do time que encara fila ou prefere investir no VIP para aproveitar mais?
✍️
Com carinho,
Jeff & Paty
✈️ Com Pé na Estrada
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