Olá viajantes, tudo bom?
Hoje o post é daqueles que a gente sabe que vai querer reler daqui muitos anos.
Sabe aquele dia que não é perfeito… mas é exatamente por isso que ele fica tão especial?
Foi assim o nosso dia no Hopi Hari.
Um dia quente… Muito quente.
Com filas. Com decisões estratégicas.
E com um menino de 9 anos vivendo, talvez sem perceber, alguns dos primeiros momentos de independência da vida dele.
🎯 Por que escolhemos esse passeio
A verdade é simples: o Arthur pediu.
E quando um filho pede um passeio assim, a gente sabe que não é só sobre o parque.
É sobre fase.
É sobre memória.
É sobre viver aquilo com ele.
Fomos nós três: eu, Paty e Arthur.
E já sabíamos que seria um dia intenso — mas não imaginávamos o quanto.
No geral confesso que não é um parque que gosto, pois os brinquedos são extremamente distantes um dos outros, as filas são enormes e sempre tem brinquedos que param de funcionar. A última vez que havia ido ao parque foi em 2016 com a Paty, só nós 2 e fui horrível a experiência. Deixo abaixo o post que fizemos na epoca. Essa só não foi pior pois tinha o objetivo de dar a melhor primeiro experiência em um parque grande para ajudá-lo a mudar de fase de criança para um menino grande!
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