Como Ligar do Exterior para o Brasil

Antes de viajar, é bom conhecer as formas de ligar para o Brasil.

Procure informar-se quais tecnologias estão disponíveis no país de destino. Há diversas ferramentas que podem ser usadas na comunicação: celulares, smartphones, tablets, computadores portáteis, internet e os bons e velhos telefones públicos estão à disposição para você entrar em contato longe de casa.

Em alguns países, tanto o serviço de telefone público como chamadas a cobrar entraram em desuso, com ampla adoção de celulares e outros dispositivos móveis. Porém, eles ainda existem e podem ser a solução mais econômica para o viajante.

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Primeira Viagem de Cruzeiro? Veja Dicas para os Navegantes!

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ANTES MESMO DE PENSAR EM RESERVAR SUA CABINE

 

A escolha da companhia marítima é o ponto decisivo entre o cruzeiro dos sonhos e o pesadelo em alto mar. Existem dezenas de empresas que que operam na costa brasileira e centenas pelo mundo. Certamente todas buscam se diferenciar em algum requisito, seja pelo preço, pela qualidade do serviço prestado, tamanho do navio, tipos e qualidade das comidas e bebidas servidas, quantidade de estrelas, atividades à bordo, etc.

Tendo em vista todos estes pontos, escolher a companhia certa para sua viagem não é fácil, visto que você tem que alinhar suas expectativas com quanto pode pagar, e sempre queremos pagar pouco e esperar muito!

Certamente no Brasil as mais conhecidas e bem avaliadas são a MSC, a Costa e a Royal Caribbean. Elas não tem os cruzeiros mais baratos, mas a qualidade é ótima, o que faz valer o custo benefício. Escolhendo uma dessas empresas, com certeza você terá uma satisfação entre 80 e 100%.

Faça uma pesquisa básica sobre a companhia que você está para fechar no site Reclame Aqui. Não se apegue a “reputação” da empresa, mas veja quais são as reclamações mais frequentes e qual é a resposta que a companhia oferece. É um bom indício de quais são as melhores companhias.

Atualmente os cruzeiros temáticos são muito populares e tem para todos os gostos: cruzeiros fitness, de artistas, flash back, carnaval, encontros de grupos específicos… Escolha bem seu cruzeiro, compare com o seu perfil e o que você espera desta viagem. Ir para um cruzeiro de carnaval procurando paz e sossego é totalmente incoerente. Do mesmo modo dificilmente você encontrara vários jovens no cruzeiro do Roberto Carlos. Na dúvida, prefira um cruzeiro sem tema.

Se você quer viajar sozinho(a) vá sem medo. Cruzeiros tem entretenimento garantido, as pessoas são mais receptivas e você ficará muito a vontade. Só tem um problema: quase todas as cabines são para no mínimo duas pessoas, então você pagará o preço de duas pessoas mesmo indo só. Pouquíssimas companhias tem cabines para uma pessoa, e mesmo os que tem, custa quase o mesmo que a cabine dupla.

 

A RESERVA DA CABINE

 

Você pode reservar seu cruzeiro diretamente com a companhia marítima ou através de agências de viagens. Em geral os preços são os mesmos. Prefira a agência pois traz mais comodidades. Mas não deixe de pesquisar o preço e verificar se comprando diretamente com a companhia não sai mais barato.

Leia atentamente o contrato do cruzeiro.

Quando possível escolha sua cabine! Ela será seu castelo durante toda a viagem e é muito importante escolher a cabine certa para você. Tudo que você precisa saber é:

Cabines internas: são pequenas, sem janela e o banheiro é muito pequeno. São ótimas para quem quer trancar a porta e dormir, pois como não tem janelas é só apagar a luz e escuridão é total. São as que menos balançam e as mais baratas também.

Cabines externas: iguais as cabines internas, mas com uma janela que não abre. Na minha opinião são péssimas. A janela deixa entrar muita claridade, mesmo com a cortina fechada, e como não abrem costumam embaçar, não lhe dando vista nenhuma. São mais caras que as internas.

Cabines externas com varanda: maiores que as anteriores, tem uma varandinha para que você possa apreciar a vista. São consideravelmente mais caras se comparadas com as internas, mas se você puder pagar ou for a única disponível é uma ótima opção.

Suítes, Deluxe e Presidências: cabines enormes, algumas chegam a ter cem metros quadrados. Elas têm camas maiores, salas de estar, varanda e algumas até banheiras. É nelas que os reis se hospedam. Os mimos nestas cabines são diferenciados das outras: geralmente elas são decoradas com flores, obras de arte, tem frutas a disposição, frigobar cheio, amenidades no banheiro exclusivas e muitas outras vantagens. É claro que estas cabines são para poucos, custando até dez vezes mais que uma cabine interna.

 

Diferente de hotéis, geralmente sabemos no momento da reserva o número exato da cabine e sua localização.

Saiba onde sua cabine está localizada! Cabines na proa e na popa balançam mais, prefira as cabines no meio do navio. Veja também onde ela se localiza em relação a outros ambientes. Cabines perto de elevadores, bares e salões de festas podem significar um movimento constante bem na sua porta, evite!

Contudo, cabines em decks mais altos (mas não perto dos lugares agitados) trazem mais comodidade pois você andará menos para chegar nas áreas de lazer (mas quanto mais alto o deck, mais caro custa a cabine).

Caso seu contrato de reserva indique “cabine garantida”, isto quer dizer que você só saberá qual é o número da cabine e sua localização no momento do embarque. Não será possível escolher a cabine e de nada adianta ser o primeiro a chegar no porto. É a companhia que escolherá em qual cabine você vai ficar. Este sistema traz como vantagem um preço mais baixo e uma possibilidade (pequena) de upgrade gratuito de categoria.

Existem cabines para dois, três ou até quatro hóspedes.

Para quem viaja com a família ou crianças, alguns navios oferecem cabines conjugadas, ou seja, duas cabines uma ao lado da outra, com acesso interno entre elas e que podem ser separadas por uma porta. Muito bom para quem vai com os filhos.

Se você for deficiente físico ou ter algum problema de locomoção, informe isto no momento da reserva da cabine para que seja adaptada as suas necessidades.

As cabines são pequenas, mas muito bem planejadas. Os armários são embutidos e em todo canto há uma gaveta. O espaço do chuveiro é bem apertado, mas você se acostuma.

 

O QUE LEVAR E O QUE NÃO LEVAR

Não há limite de bagagem. A Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos sugere levar dois volumes por passageiro, cada um deles com no máximo 20 kg e o tamanho 40 cm x 60 cm x 30 cm.

É proibido levar a bordo itens que emitam calor (como ferros de passar, chapinha, velas, incensos), armas, drogas, alimentos, bebidas ou objetos pontiagudos (facas e tesouras). Toda bagagem está sujeita a inspeção por cães farejadores.

Para o dia a dia dentro do navio, basta um vestuário informal (bermudas, camisetas, vestidos, sandálias, chinelos). Para fazer turismo em terra firme, o melhor é ter roupas confortáveis, escolhidas de acordo com o clima das paradas. Quem gosta de se exercitar pode pôr na mala também roupas de ginástica. Em geral, os navios têm academia, pista de caminhada e uma programação de aulas de exercícios.

Recomenda-se não usar trajes de banho nos corredores. Leve saídas de praia, camisetas e shorts para facilitar a passagem da piscina para o interior do navio.

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Como emitir o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP)

Antes de arrumar as malas e embarcar, é melhor ficar de olho nas exigências para visitar alguns destinos, inclusive dentro do Brasil, como estados do Acre, Amazonas e Tocantins. Para assegurar a saúde dos visitantes e das comunidades locais, alguns países só permitem a entrada de turistas vacinados contra determinadas enfermidades. O CIVP comprova a imunização contra febre amarela e outras doenças. Clique aqui e confira quais vacinas tomar antes de viajar!

Para tirar o CIVP é muito simples. É necessário ter tomado a vacina contra febre amarela pelo menos dez dias antes da viagem e ela é válida por 10 anos. É preciso apresentar o Cartão Nacional de Vacinação devidamente preenchido com data da administração e lote da vacina, assinatura do agente de saúde responsável e identificação da unidade de saúde. É necessário também apresentar documento de identidade com foto.

Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia - CIVP

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Dupla Cidadania: Tudo o que Você Precisa Saber!

Tudo o que dizem por aí sobre reconhecer a dupla cidadania é que se trata de um processo burocrático, demorado e que demanda muita paciência! Lamentamos dizer, mas é tudo verdade. Porém, o que você precisa saber não termina aí! Até para evitar delongas, é necessário saber o que é exatamente a dupla cidadania, quem pode obtê-la e como.

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Renovação do Visto Americano: Como Fazer?

Quem já tentou renovar seu visto sabe como é complicado e burocrático os processos. Todavia hoje em dia é mais mais simples realizar o processo. Os governos tem trabalhado para que tanto a emissão de passaportes quando a renovação dos vistos seja feito de uma maneira mais tranquila e prática, para atrair mais e mais pessoas ao país.

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Dicas para não passar aperto na Receita Federal

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por Com Pé na Estrada - Blog de Turismo e Viagens! Postado em Dicas Com a tag

Primeira Viagem de Avião? Não sabe o que pode e o que não pode embarcar? Veja Dicas!

As passagens da sonhada primeira viagem de avião já estão compradas, mas quanto mais perto da data de embarque, maior a ansiedade e o nervosismo de voar. Não é para menos. O mundo dos aeroportos ainda é desconhecido e cheio de palavras novas como check-in, conexão, escala, turbulência. Por isso, preparamos um guia para que a sua viagem seja um sucesso e sem complicações. Confira e boa viagem!

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Bagagens de Aviões: Excesso de Bagagem? O que pode levar? Limite de peso?

Peso, bagagem, excesso, extravio, são situações que muitas pessoas passam ao embarcar e desembarcar nos aeroportos do mundo inteiro.

Poucos são aqueles viajantes que entram no site de cada companhia aérea e checa o que pode e o que não pode, a maioria vai por intuição ou informações que adquiriu de amigos e parantes.

Durante uma viagem, é sempre bom ficar atento ao excesso de bagagem para não ter de desembolsar mais dinheiro. Nos vôos internacionais é cobrado 1% do valor do bilhete não-promocional por quilo excedente. Já nos vôos nacionais a tarifa é mais baixa. As empresas aéreas cobram 0,5% da tarifa normal (não-promocional) por quilo a mais.

Encontrei este post no Blog dos Melhores Destinos muito interessante, que de fato tira todas as duvidas de quem por ventura não saiba os corretos procedimentos.

 

Entre as dúvidas que aparecem na hora da primeira viagem de avião – ou mesmo entre passageiros mais experientes – se refere ao que se pode ou não levar na bagagem. Toda semana recebemos perguntas sobre limites de peso, tamanho de bagagem, o que levar na mala de mão, o que despachar e muitas outras questões. Para tentar ajudar a todos os leitores preparamos esse mini guia, com as dúvidas mais frequentes que os leitores nos enviam. Confira:

1. O que é bagagem despachada?

São as malas maiores, que vão no bagageiro do avião. Elas são entregues na hora que você faz o check-in no aeroporto de embarque e são devolvidas ao passageiro na chegada. Quando o passageiro despacha a mala, ele recebe um comprovante, que deve ser guardado para conferência ou no caso da mala se extraviar (não chegar no destino). Chegando ao aeroporto de destino, o passageiro deve ir à esteira de seu voo e aguardar sua mala. Quando ela chegar, confira a etiqueta com o seu nome, pois pode haver malas iguais à sua. Adesivos, plásticos ou etiquetas de viagem com seu nome e telefone são boas formas de evitar a troca de malas.

2. Em voos com conexão, onde pego a bagagem despachada?

Esta é uma dúvida muito comum e não há uma regra fixa. Na hora do check-in, a companhia aérea informa ao passageiro onde ele irá retirar a mala. Normalmente é no aeroporto do destino final, mas há casos em que se retira na conexão para se despachar novamente. Por exemplo: um voo de Porto Alegre a Madri com conexão em São Paulo. O passageiro vai despachar a mala em Porto Alegre e a empresa vai informar se será necessário retirar a mala em São Paulo ou apenas em Madri. No voo de volta, o mesmo ocorre em Madri. Vale destacar que nos voos com chegada ao Brasil geralmente o passageiro retira a mala no primeiro aeroporto, por conta da fiscalização alfandegária – no nosso exemplo seria em São Paulo – e despacha novamente.

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